Pela primeira vez, os três maiores bancos sul-africanos ultrapassaram em conjunto os US$ 91 mil milhões, o que corresponde a cerca de 84,6 biliões de kwanzas, sinalizando uma forte confiança dos investidores no potencial do sector financeiro do continente.
O desempenho durante o mês foi fortemente impulsionado pela valorização do preço médio do petróleo bruto, embora o comércio externo dê sinais de abrandamento no curto prazo face ao mês anterior.
Pela primeira vez, Marrocos ultrapassou a África do Sul no Índice de Industrialização de África 2025, elaborado pelo Banco Africano de Desenvolvimento, BAD.
O principal objectivo da medida, alinhada à Estratégia de Endividamento de Médio Prazo 2026-2028, é optimizar o perfil de reembolso da dívida comercial externa, reduzindo a concentração de amortizações de curto prazo e mitigando o risco de refinanciamento.
A economia dos Emirados Árabes Unidos registou um forte desempenho em 2025, com o PIB real a crescer 6,2% face ao ano anterior, atingindo 1,9 trilião de dirhams, o equivalente a cerca de 517 mil milhões de dólares.
A transição de um mercado dependente para a produção local redesenha a geopolítica da saúde e estabelece concorrência directa com os polos de genéricos asiáticos.
O recente anúncio feito pelo Governador do Banco Nacional de Angola (BNA), Manuel Tiago Dias, na província do Bié, estabeleceu uma meta ambiciosa para a política monetária do país: reconduzir a taxa de inflação homóloga para o patamar de um dígito até 2027.
Esta liderança não é efémera nem baseada exclusivamente em ciclos de commodities, é resultado de décadas de industrialização, instituições financeiras sofisticadas e uma base produtiva diversificada, que são características que distinguem Pretória de pares mais voláteis.
Enquanto o sector diamantífero se mantém como a principal fonte de receitas mineiras do país, o sector mineiro não diamantífero começa a dar passos mais concretos para se afirmar como um importante vector de diversificação económica e reforço da balança comercial.
O Banco Nacional de Angola (BNA) iniciou um novo ciclo de flexibilização monetária ao reduzir a taxa directora e rever em baixa a meta de inflação para 2026, agora fixada em 11,5%, contra os anteriores 13,5%.
A expectativa é que a ferramenta contribua para melhorar a transparência, aumentar a eficiência da despesa pública e reduzir desperdícios associados à má gestão ou à falta de coordenação institucional.
A medida foi anunciada após a 129.ª reunião do Comité de Política Monetária (CPM), realizada em Luanda, e representa o segundo corte da taxa directora em só neste ano.
Os números reflectem um crescimento conjuntural e uma mudança estrutural na forma como as famílias e as empresas angolanas gerem a sua liquidez diária.
O publicitário, criativo e realizador angolano Cláudio Chocolate, é o novo presidente da Associação Angolana de Empresas de Marketing e Publicidade (AAEPM).
A narrativa macroeconómica sobre a África Subsaariana em 2026 está bifurcada por uma contradição perigosa. Nos relatórios de conjuntura internacional, celebra-se uma "retoma resiliente", com o Produto Interno Bruto regional a expandir-se a uma média geométrica de 4,3%.
Aprovado para redefinir a matriz económica de Angola, o programa colhe vitórias expressivas na produção pecuária e agroindustrial, mas enfrenta a dura realidade de um mercado que consome mais rápido do que a terra consegue produzir.