Pela primeira vez, Marrocos ultrapassou a África do Sul no Índice de Industrialização de África 2025, elaborado pelo Banco Africano de Desenvolvimento, BAD.
O desempenho durante o mês foi fortemente impulsionado pela valorização do preço médio do petróleo bruto, embora o comércio externo dê sinais de abrandamento no curto prazo face ao mês anterior.
A economia dos Emirados Árabes Unidos registou um forte desempenho em 2025, com o PIB real a crescer 6,2% face ao ano anterior, atingindo 1,9 trilião de dirhams, o equivalente a cerca de 517 mil milhões de dólares.
O recente anúncio feito pelo Governador do Banco Nacional de Angola (BNA), Manuel Tiago Dias, na província do Bié, estabeleceu uma meta ambiciosa para a política monetária do país: reconduzir a taxa de inflação homóloga para o patamar de um dígito até 2027.
Esta liderança não é efémera nem baseada exclusivamente em ciclos de commodities, é resultado de décadas de industrialização, instituições financeiras sofisticadas e uma base produtiva diversificada, que são características que distinguem Pretória de pares mais voláteis.
O Banco Nacional de Angola (BNA) iniciou um novo ciclo de flexibilização monetária ao reduzir a taxa directora e rever em baixa a meta de inflação para 2026, agora fixada em 11,5%, contra os anteriores 13,5%.
A medida foi anunciada após a 129.ª reunião do Comité de Política Monetária (CPM), realizada em Luanda, e representa o segundo corte da taxa directora em só neste ano.
Os números reflectem um crescimento conjuntural e uma mudança estrutural na forma como as famílias e as empresas angolanas gerem a sua liquidez diária.
Dados consolidados do primeiro trimestre revelam que o BNA emprestou ao Governo cerca de 830 milhões USD. Para colocar este valor em perspectiva, o montante representa cerca de 50% de todo o financiamento concedido pelo banco central durante os 12 meses de 2025.
O actual cenário do crédito na Nigéria revela um desequilíbrio estrutural cada vez mais acentuado: os bancos comerciais continuam a direccionar a maior parte dos recursos para o sector de serviços, enquanto o financiamento à indústria contrai em vários períodos.
A economia angolana continua em fase de transição de economia maioritariamente dependente da produção petrolífera, para um modelo menos dependente do petróleo. Em 2025, o sector não-petrolífero representou cerca de 81% do PIB e cresceu 7,34% no final do ano, impulsionando um crescimento trimestral d
Enquanto os relatórios económicos continuam a apontar o petróleo como o coração da economia angolana, uma realidade paralela cresce todos os dias, silenciosa, digital e maioritariamente fora das estatísticas oficiais. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), até o segundo trimestre de 2025